REVIEW | AsRock A380 Challenger ITX OC - um começo

REVIEW | AsRock A380 Challenger ITX OC – um começo

Recebemos para review a placa de vídeo AsRock A380 Challenger ITX OC, modelo do segmento de entrada e uma importante estreante: essa é a primeira placa de vídeo dedicada da Intel, quebrando um duopólio desse segmento existente desde a primeira análise já feita desse tipo de componente aqui no Adrenaline. Nesta análise faremos vários testes com muitos benchmarks da placa comparada com modelos concorrentes em preço, por parte das linhas AMD Radeon e NVIDIA GeForce.

Site oficial da AsRock A380 Challenger ITX OC
Link de compra de placa AsRock A380 Challenger ITX OC

A linha Intel Arc Série 300 é a chegada da microarquitetura Intel Xe High Performance Graphics (Xe HPG) para placas dedicadas. A A380 tem como objetivo atender o mercado mainstream, com uma opção para gameplay na resolução Full HD com gráficos configurados no nível intermediário.

A AsRock A380 Challenger ITX OC já está disponível em pré-venda no Brasil por R$ 1.599. Isso coloca ela em território de placas como a GeForce GTX 1660 Super, e até mesmo a GeForce RTX 2060 já aparecem eventualmente por esse valor. Do lado das Radeon, as placas mais próximas em custo são as Radeon RX 6500 XT, consideravelmente mais barata por R$ 1.199, ou mesmo a Radeon RX 6400, abaixo dos R$ 1 mil em alguns modelos e varejistas.


O Intel Alchemist

A Intel vinha evoluindo seus gráficos em dispositivos com chips gráficos integrados, como os processadores Intel Core, dentro da linha chamada Intel Xe LP. As placas de vídeo com arquitetura Alchemist são o escalonamento do Intel Xe para um porte maior: um chip gráfico dedicado, com mais alimentação de energia e arrefecimento que os mais limitados projetos Intel Xe LP (gráficos integrados) ou os Intel Iris Xe MAX (gráficos dedicados para notebooks). 

Essa arquitetura é chamada de Intel Xe HPG (High Performance Graphics) foi construída no conceito de escalonabilidade, e sua fundação é o núcleo Xe. Ela se assemelha ao que vemos nas Unidades Computacionais das Radeon, ou os Streaming Multiprocessors das GeForce: são a unidade básica com todas as estruturas de funcionamento dos chips gráficos Intel Xe, e sua multiplicação escalona a performance disponível no chip gráfico. A cada 4 núcleos Xe, temos um Render Slice que compartilha alguns recursos entre esses núcleos.

Cada núcleo Xe contém motores de vetores 256-bit que lidam com o processamento de ciclos de trabalhos tradicionais em computação gráfica, combinados com as estruturas Xe Matrix Extensions (XMX) que trabalham em 1024-bit e fazem o aceleramento de aprendizado da máquina, semelhante ao que a Nvidia traz com os núcleos tensores da placas GeForce RTX. Com esses núcleos, a empresa também oferece um serviço de upscaling através de AI, o Intel Xe SuperSampling (XeSS).

Cada unidade Intel Xe também conta com hardware acelerador de processos do Ray Tracing, as Unidade Ray Tracing, capazes de acelerar tanto o cálculo dos raios de luz na API DirectX Raytracing (DXR) quanto em Vulkan.

Entre os destaques das tecnologias presentes no Intel Xe HPG está o suporte ao AV1. Essa tecnologia é resultado de um consórcio entre múltiplas Big Techs com o objetivo de criar um padrão aberto e eficiente de compactação de vídeo, para viabilizar e otimizar o streaming de vídeos na internet. Esse padrão consegue maior qualidade gráfica e menor uso de dados na compressão de vídeo, e as Intel Arc são a estreia do suporte em compressão e descompressão do AV1. 

No motor de exibição de imagem temos suporte a múltiplas tecnologias, como o HDR10 e o Dolby Vision. São até 4 saídas de vídeo, com suporte aos padrões HDMI 2.0b, DisplayPort 1.4a e até o DisplayPort 2.0 UHBR10.

Por fim, outra tecnologia que merece um destaque nas placas de vídeo Intel Arc é o Intel Deep Link de segunda geração. Esse recurso opera interligando os chips gráficos dedicados e integrados em sistemas compatíveis, como processadores da 12ª geração Intel Core equipados com gráficos integrados. Dessa forma aplicativos podem distribuir ciclos de trabalhos tirando benefícios da performance tanto do gráfico dedicado da placa Arc quanto do gráfico Intel Xe LP presente no processador, acelerando processos de renderização ou codificação dede vídeo, por exemplo.

O Intel Arc foi desenvolvido com tecnologias mais recentes em mente, o que inclui uma conexão PCIe 4.0 e aqui entra um recurso importante: o Resizable Bar. Essa tecnologia possibilita ao processador ter acesso a toda a memória da placa de vídeo, diferente da tecnologia anterior que restringia em blocos menores. Enquanto as GeForce tem pouco ganho ao usar o recurso, e as Radeon mostram eventuais ganhos de performance, as Intel Arc se mostram bastante dependentes desse recurso, perdendo muito de seu potencial quando operam sem o Re-Bar, e criando essa dependência de hardware com suporte a essa tecnologia.


A A380

A linha Intel Arc é dividida entre os modelos 300, 500 e 700. O Intel Arc A380 é o mais potente de série 300, com a implementação completa do chip ACM-G11. Desta forma, ela vem equipada com um total de 8 núcleos Intel Xe, trazendo dessa forma 8 Unidades de Ray Tracing. O mecanismo de matrixes do Intel MXM somam um total de 128 unidades.

Com o foco em Full HD, a Intel equipou esse chip com um total de 6GB de memória GDDR6 em uma interface de 96-bit e uma largura de banda total de 186 GB/s. A placa opera em PCI Express 4.0 com um total de 8 linhas.

O Arc A380 traz diferentes configurações de consumo de energia, podendo operar abaixo dos 75W, dispensando um conector adicional de energia já que o PCIe já cumpre toda a especificação de alimentação de energia neste modo, porém ficando restrita a clocks máximos de 2000 MHz. Ela também pode se beneficiar de mais alimentação, podendo chegar a 80W de TBP (Total Board Power), o que aumenta a margem para boosts de até 2250Mhz e, por fim, no seu modo de consumo máximo igual ou superior a 87W de TBP ela pode alcançar os 2350 MHz.

Na conectividade com monitores, a Arc A380 suporta as configurações de 2x HDMI e 2x DisplayPort ou 1x HDMI e 3x DisplayPort, comportando até  2x 8k60 HDR, ou 4x 4k120 HDR ou 1080p360 e 1440p360 HDR. O padrão DisplayPort 2.0 UHBR10 viabiliza  4k120 HDR sem compressão e Docks com até 3x saídas 4k60 HDR.


Comparativos técnicos

Abaixo tabelas comparativas da Arc A380 outros modelos:

Comparativo

Preços

Especificações da GPU

Especificações das Memórias

Características Gerais

Design

Recursos

Extras


Fotos

A Arc A380 Challenger da ASRock tem um projeto esperado para esse perfil de placa, bem simples. Ela é baseada no formato Mini-ITX, bem compacta, com apenas um FAN.

Em se tratando de conexões de vídeo, 4 no total, sendo 3x do tipo DisplayPort 2.0 e 1x HDMI 2.0B.

Removemos o sistema de cooler da ASRock para mostrar como é o projeto do PCB da placa.


Sistema utilizado

Fizemos uma mudança em nossa plataforma de testes de placas de vídeo, agora baseada em um processador AMD Ryzen 9 5900X. Vários outros componentes de alto desempenho acompanham esse sistema, como SSDs NVMe e 32GB de RAM com frequência de 3200MHz (CL16). Abaixo algumas fotos da placa instalada em nossa nova bancada de testes para placas de vídeo:

Antes dos testes, detalhes da máquina, sistema operacional, drivers e softwares/games utilizados nos testes:

Máquina utilizada nos testes:
– Processador AMD Ryzen 9 5900X
– Placa-mãe GIGABYTE X570 AORUS Xtreme
– Kit de memórias HyperX Predator RGB 32GB (2x16GB) 3200MHz CL16
– SSD Kingston KC2500 250GB + 2TB
– Sistema de refrigeração CM MasterLiquid ML360 V2 RGB
– Fonte de energia CM v1300W Platinum
– Gabinete CM MasterFrame 700 Personalizado

Sistema Operacional e Drivers:
– Windows 10 Pro 64 Bits
– Intel Graphics Driver 30.0.101.3259

Os testes de TODAS as placas utilizadas foram atualizados junto com a placa analisada!

Aplicativos/Games:
– Adobe Premiere CC 2021 (renderização pela GPU)
– SPECviewpeft 13 (Solid Works/Maya, renderização pela GPU)
– 3DMark (Fire Strike Ultra / Port Royal / DLSS Feature Test)
– Assassin’s Creed Valhalla (DX12)
– Cyberpunk 2077 (DX12)
– Flight Simulator 2020 (DX11)
– Forza Horizon 4 (DX12)
– Grand Theft Auto 5 (DX11)
– Rainbow Six Siege (Vulkan)
– Red Dead Redemption 2 (Vulkan)
– Resident Evil Village (DX12)
– The Division 2 (DX12)
– Watch Dogs: Legion (DX12)

GPU-Z
Abaixo a tela principal do GPU-Z mostrando algumas das principais características técnicas da placa.

Overclock da ASRock Arx A380

Conseguimos overclockar o GPU e memórias, porém não tivemos resultados que justifiquem esse cenário, já que estavam sempre na margem de erro positiva e negativa, perdendo o sentido do overclock.


Consumo de energia

Começamos pelos testes de consumo de energia com todas as placas comparadas. Todos os testes foram feitos com o mesmo sistema, o que dá a noção exata do que cada VGA consome. Vale destacar que o valor é o consumo total da máquina e não apenas da placa de vídeo, que da uma noção de quanto um sistema completo consome. Comparações com testes de outros sites podem gerar resultados bem diferentes devido mudanças de sistemas utilizados.

Os testes consistem no consumo mínimo do sistema, quanto ele em modo ocioso após o teste de carga máxima, nesse caso rodando o 3DMark através do modo Fire Strike Ultra.

OBS.: No teste rodando o aplicativo 3DMark, consideramos de 5 a 10W como margem de erro, devido a variação que acontece testando uma mesma placa.


Temperatura

Mais um teste muito importante quando falamos de placas de vídeo, a temperatura do chip. Os testes consistem tanto com o sistema em modo ocioso como em uso contínuo.

É importante destacar que algumas placas possuem sistema que desliga os fans quando a GPU não está sendo exigida, como ao executar tarefas simples do Windows ou mesmo games mais simples. Por isso, existem temperaturas consideravelmente acima de alguns modelos nessa situação, mas que na prática não comprometem a placa. De acordo com as fabricantes, esse recurso aumenta o tempo de vida útil além de consumir menos energia. Sendo assim, podem existir diferenças grandes na temperatura do modo ocioso, o que não caracteriza uma placa ruim caso a temperatura seja alta.

Por que a placa ficou com temperatura menor quando overclockada?
Essa é uma situação normal nas placas atuais. A rotação dos FANs fica mais rápida e consequentemente fazem o GPU resfriar mais rapidamente, em alguns casos com temperatura menor do que em situação normal.

Por que a placa com sistema de cooler referência tem temperatura em modo ocioso menor que uma placa com cooler teoricamente melhor?
Porque placas de vídeo atuais com projetos de cooler mais recentes tendem a desligar os FANs quando a temperatura fica abaixo de números como 40, 45 ou mesmo 50 graus, assim quando os FANs ficam desligados a tendência é que a GPU não baixe a temperatura mais do que o limite que desliga os FANs.

Primeiro vamos ao teste das placas com o sistema em modo ocioso:

Para o teste da placa em uso, medimos o pico de temperatura durante os testes do modo Ultra.

OBS.: As temperaturas podem variar bastante de acordo com a região do país, sistema onde a placa está instalada e teste utilizado.

Abaixo algumas fotos da placa com uma câmera termal da Flir, mostrando a temperatura em algumas partes do corpo da placa e a ótima eficiência desse projeto da Gigabyte.


Aplicativos

Com o aumento de aplicativos que tiram proveito do poder de processamento de GPUs, atualizamos nossa bateria de testes com alguns dos softwares mais importantes do mercado.

Adobe Premiere CC 2021
O Premiere da Adobe é referência mundial quando falamos em software para edição de vídeos, e que em suas últimas versões também tem aproveitado do benefício dos GPUs para ajudar a acelerar a renderização. Abaixo o comportamento das placas comparadas:

SPECviewperf 13
A suíte de testes de aplicativos profissionais é composta por uma bateria abrangente de cenários que envolvem intenso uso de hardware para renderizar diversos usos, desde arquitetura, mineração e medicina. Rodamos dois testes, um com foco em performance em Maya e outro em SolidWorks.


3DMark

E se falamos em benchmarks, não poderíamos deixar de fora um dos mais icônicos testes do mundo, especialmente para desempenho de placas de vídeo, o 3DMark. Nossa bateria consiste em três testes, porém 2 deles mostram tecnologias que apenas modelos mais recentes de placas trazem, Ray Tracing (Port Royal).

Rodamos a versão mais recente do aplicativo da UL Benchmark (que comprou a Futuremark), sendo que todos os testes consideram a configuração padrão do perfil, sem mudanças. Abaixo, os resultados:

 


Testes em games

Agora vamos ao que realmente importa: os testes de desempenho em alguns dos principais games do mercado.

Para ajudar a entender os gráficos a seguir: acima de 60fps é o ideal para monitores que operam nessa frequência. Quanto mais próximo dos 30fps, pior vai ficando a fluidez e, abaixo dos 30, o jogo começa a ficar “não jogável”

Assassin’s Creed Valhalla
Game de mundo aberto tem amplos cenários e um benchmark com boa quantidade de personagens e estruturas, tornando um desafio tanto para o processador quanto para a placa de vídeo. O jogo usa o motor Ubisoft Anvil, uma evolução do AnvilNext 2.0 presente na série desde o Assassi’ns Creed Unity. A versão usada em Valhalla no PC é baseado na API DirectX 12.


Flight Simulator 2020
O novo simulador de voo da Microsoft chegou com um hype imenso e logo se tornou uma referência quando se trata de gráficos de alta qualidade, com cenários incríveis beirando a realidade em vários momentos, ideal para ver o comportamento de placas de vídeo. Apesar de ser um game recente e da Microsoft, a API utilizado ainda é DX11.

 

Forza Horizon 4
O game da Playground Games usa um motor gráfico próprio e, como exclusivo para sistemas da Microsoft, é totalmente desenvolvido para o DirectX 12. Esse game se destaca pelos excelentes gráficos e a capacidade de entregar bom nível de performance em múltiplos hardwares, inclusive alguns mais limitados.


Grand Theft Auto V
O jogo já é um clássico e após anos ainda segue firme como um dos games mais jogados. Baseado em DirectX 11, ele também traz uma noção de motores gráficos mais antigos baseados na ainda popular API da Microsoft. É um teste bastante exigente em processador, e memórias mais rápidas também tem impactos bastante perceptíveis. Para as palcas de vídeo modernas, já não é um grande desafio.


Rainbow Six Siege
O game da Ubisoft tem como pontos altos o uso da API de baixo nível Vulkan em sua implementação mais recente. Esse Esport demanda altas taxas de quadros para ser jogado de forma satisfatória, e costuma ser um dos games mais eficientes em alcançar esse desempenho em múltiplos componentes.


Red Dead Redepmtion 2
Game da RockStar, com belíssimos gráficos é uma boa referência para medir o comportamento das placas de vídeo. Nosso teste considera o game rodando sobre a API Vulkan, que se comporta muito bem tanto em placas AMD como NVIDIA.

 


Tom Clancy’s The Division 2
The Division 2 usa um motor gráfico próprio desenvolvido pela Ubisoft Massive, lidando com cenários complexos e grandes quantidades de partículas na tela.


Watch Dogs: Legion
Game apoiado pela Nvidia é baseado no motor gráfico Disrupt e tem um amplo uso de tecnologias RTX, como o DLSS, e também possui o Ray Tracing, sendo acelerado tanto por hardware GeForce RTX quanto Radeon RDNA 2. Seu principal destaque é uma Londres futurista repleta de geometria e personagens, o que combinado com os efeitos de traçamento de raios de luz tornam um desafio e tanto rodar o game.


Gameplay em vídeo


Conclusão

O improvável não aconteceu, e como esperado, a Intel não chegou sentando na janelinha. Mesmo após anos de investimento, seu primeiro produto não é competitivo, e isso não é uma surpresa, pois a empresa precisa ainda remar muito para entregar uma plataforma estável como as já consolidadas linhas Radeon e GeForce, e até elas dão seus eventuais vacilos.

Como o esperado, a Intel não chegou “sentando na janelinha”

A Arc A380 é um começo, e chega cheia de pontas soltas, como o esperado. O Intel XeSS parece promissor, mas não passa perto do suporte do AMD FSR muito menos do Nvidia DLSS, neste momento. Ela apresenta a performance prometida para Full HD em qualidade média, mas games baseados em APIs mais antigas como DX11 ou anteriores estão nitidamente com problemas de performance, e não dá para negligenciar essa tecnologias. E o requerimento do Resizable BAR não chega a ser algo impensável, mas estreita ainda mais as chances desse produto ser uma boa opção.

Placa chega custando muito caro e com muitos poréns a serem corrigidos

Mas como já dissemos em outras análises, não existe produto ruim, existe preço errado. E acho que aqui fechamos a tampa e jogamos a última pá de terra. Com custo de R$ 1.599 em sua pré-venda, essa placa que ainda tem muito trabalho de otimização pela frente chega custando mais que rivais como as Radeon RX 6400 e 6500 XT, que tem bem mais performance, e até mesmo se embola com placas como a GeForce GTX 1660 Super. Não tem como comparar a performance e, principalmente, a regularidade de desempenho em todos os games que essa GeForce vai entregar. 

Um parênteses interessante de se abrir é o Ray Tracing. Esse foi o único momento onde ela não apenas foi competitiva contra as Radeon RX 6500 XT/6400, como inclusive passou o rodo. Enquanto as placas de entrada simplesmente derretem quando habilitamos o RT, a A380 segurou um gameplay em Resident Evil Vilage em qualidade média e RT no baixo, tudo a 30fps+. Não chega a ser um patamar que indicamos jogar, mas a placa de entrada dando conta do RT nos dá um indício que seu escalonamento para linhas 300, 500 e 700 podem trazer um nível de performance bem interessante com essa tecnologia habilitada.

A Intel não chegou entregando um produto competitivo, e nem era esperado que isso acontecesse. Só com melhores otimizações e preços mais agressivos, ela tem chance contra rivais atuais Radeon e GeForce

Mas definitivamente não tem como não vermos como positivo sair de um duopólio de anos. Mais competidores sempre é benéfico para o mercado e, principalmente, para os consumidores, que são o ponto de vista principal para nossa análise. Já era esperado que uma primeira, segunda e até talvez uma terceira geração de produtos Intel Arc teria dificuldade de competir de igual para igual com Radeons e GeForces. Mas, diferente da pressão criada por analistas, torcemos para que mais produtos – e preferencialmente, competitivos –  apareçam no futuro. Duopólios são melhores que monopólios, mas não muito melhores.

PRÓS
Enfim um novo concorrente no mercado
Codificação e decodificação de AV1
Intel XeSS (quando tiver onde usar)
Boa performance em Ray Tracing
CONTRAS
Instabilidade de desempenho, especialmente em APIs mais antigas
Consumo mais alto que rivais
Preço mais alto que competidores
Ainda com muita otimização por ser feita


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